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29/08/2019 às 15h30

Como Sheilla se divide entre o vôlei e a maternidade de gêmeas


o globo
Foto: Adauto A. Araujo

Com apenas nove meses, as gêmeas Liz e Ninna, filhas da bicampeã olímpica Sheilla Castro , já marcaram presença na plateia dos amistosos da seleção brasileira contra a Argentina, na semana passada. As vitórias foram as últimas antes da estreia no Sul-Americano do Peru, hoje, às 17h (de Brasília), contra o Equador.

 

A reestreia de Sheilla foi prestigiada não apenas por suas herdeiras, mas por mais de cinco mil torcedores na Arena Suzano, em São Paulo. A jogadora estava fora das quadras há três anos, desde a Olimpíada do Rio, em que o Brasil foi eliminado nas quartas de final, e sua volta à seleção teve um empurrão extra: a central Fabiana, igualmente bicampeã olímpica e sua parceira no vôlei desde 2003, também resolveu retornar. As duas conversaram muito com o técnico José Roberto Guimarães, e a perspectiva de formar um time sólido para Tóquio-2020 as convenceu.

 

A gente está pensando muito mais no agora. Não vou pensar no ano que vem. Estava há três anos parada, voltei a treinar no começo de julho e estou focada no momento.

 

É dia a dia, passo a passo e tem muita competição antes de Tóquio — diz a oposta, de 36 anos. — Eu não pensava em voltar, mas achamos (ela e Fabiana) que dava para ajudar passando nossa experiência para as jogadoras que estão chegando. Liderar é dar exemplo.