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09/05/2019 às 10h52

Simone Tebet é cotada e Mato Grosso do Sul pode ter três ministros


correio do estado
Foto: Assessoria de Imprensa

Senadora de MS está fortalecida pela atuação e firmeza nas opiniões

A senadora de Mato Grosso do Sul, Simone Tebet (MDB), está entre as preferências do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP) para ser indicada a assumir o Ministério da Integração Nacional que pode ser recriado pelo Governo Federal. 

 

Conforme noticiado pela imprensa nacional, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) acertou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre, que dois novos ministros do governo só serão nomeados se tiverem a aprovação de partidos do chamado Centrão. 

 

Ainda de acordo com a imprensa nacional, o presidente entendeu de que, sem acordo, não terá como aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.  E também correria o risco de ser derrotado em outros projetos como a medida provisória 870, da reforma administrativa, que instituiu a composição da Esplanada dos Ministérios após sua posse.

 

O governo aceitou dividir o Ministério do Desenvolvimento Regional em duas pastas: Cidades e Integração Nacional. O relator do projeto, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), já encampou a proposta em seu parecer.

 

Entre os nomes cotados para assumir a pasta de Integração Nacional está da senadora de Mato Grosso do Sul e presidente da Comissão de Constituição de Justiça, Simone Tebet. 

 

Conhecida no Congresso Nacional, Simone começou 2019 com um embate enfrentando o senador Renan Calheiros (MDB) a indicação do partido sobre quem vai concorrer à presidência da casa. A disputa foi tão grande que chegou ser cogitada a saíde de Tebet do MDB, o que ainda não aconteceu. 

 

Conforme o blog do Tales Farias, com a criação dos ministérios caberá aos presidentes das duas Casas do Congresso, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, articular a escolha dos nomes.

 

No Senado a especulação é que a preferida de Alcolumbre é Tebet. Mas o relator da MP, senador Fernando Bezerra, está de olho no cargo. Ele é o líder do governo na Casa e já foi ministro da Integração no governo Dilma Rousseff.


O deputado estadual e marido de Simone, Eduardo Rocha, não aprofundou no assunto e disse não saber se houve um convite para presidente da CCJ assumir a pasta. 

 

“Será grande prestígio e conquista, mas não sabemos ainda o que vai ser, só sabemos por meio de nota de jornal que presidente da Câmara indicaria um ministro e do Senado também e que Alcolumbre tem a Simone como predileta e eu acredito que se for indicar ela será na Integração Nacional ou no Ministério das Cidades”. 

 

Caso Simone assuma um ministério, será o terceiro nome de Mato Grosso do Sul a compor o primeiro escalão do Governo Federal e deve compor o grupo junto com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e a da ministra Agricultura, Tereza Cristina.

 

“Simone ficou muito fortalecida em Brasília ela é uma das cabeças jurídicas mais importantes e mais respeitada e sem contar que teremos três ministros do ms e isso nunca aconteceu na história de Mato Grosso do Sul”, ressaltou Rocha.