DEODÁPOLIS: “Billy” é mais uma vítima da matança de cães por envenenamento em Porto Vilma

População do distrito está revoltada com o envenenamento de cachorros; vários já morreram e pedem investigação das autoridades.

Alvorada Informa


O distrito de Porto Vilma, em Deodápolis, vive um momento de indignação após mais um caso de envenenamento de cães. O site Alvorada Informa vem acompanhando uma série de mortes de animais na região, que já contabiliza mais de seis nos últimos dias.

Na noite desta quinta-feira (8), uma moradora denunciou a morte de “Billy”, mais um cachorro que teria sido envenenado. A publicação da moradora nas redes sociais expressa revolta e tristeza:

"Indignada, revoltada, pois mais uma vez fomos pegos de surpresa com a morte do Billy... É revoltante saber que ainda existem pessoas capazes de cometer tamanha crueldade contra um ser indefeso, que só sabia oferecer amor e lealdade. Isso não é apenas falta de humanidade...pois esquecem que existem crianças que estão sofrendo com sua crueldade... Billy não merecia esse fim, teremos muitas histórias vividas com você, fica a saudade e a revolta."

Nos comentários, outros moradores compartilharam relatos de perdas semelhantes e pediram providências, "Muito triste, vocês precisam denunciar, para que o culpado ou os culpados paguem por esses crimes."

"Nojo desse tipinho de pessoas, mataram o meu neguinho dentro do meu quintal aí no Porto Vilma, só porque ele latia quando passavam pessoas fazendo barulho na rua."

Em reportagem anterior, o Alvorada Informa já destacou o clamor da população por ações das autoridades. Moradores pedem intervenção do Ministério Público e da Polícia para identificar os responsáveis e evitar novas mortes.

"Quero pedir ajuda ao Ministério Público. Quem puder nos socorrer e achar o culpado, que faça-o pagar por tanta maldade. Se essa pessoa não gosta de animais, é só não criar, agora se achar no direito de matar… cachorros e gatos são inocentes como crianças. Meu Deus, proteja nossos animais."

O caso repercute nas redes sociais. Até o momento, não há informações sobre investigações em andamento ou autoria dos crimes.


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