Mulher denuncia marido por suspeita de violência sexual em propriedade rural de Maracaju

Vítima de 48 anos procurou a Polícia Militar dois dias após o suposto abuso e foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil

Ivi Notícias/Jornal da Nova


Uma mulher de 48 anos procurou a Polícia Militar na noite de quinta-feira (20), após relatar ter sido vítima de violência sexual em uma propriedade rural localizada às margens da MS-166, em Maracaju, a cerca de 70 quilômetros da área urbana do município.

Segundo o relato apresentado aos policiais do 15º Batalhão de Polícia Militar, o caso teria ocorrido na noite de terça-feira (18). A mulher contou que havia tomado um medicamento que provoca sonolência profunda e adormeceu. Durante o período em que estava dormindo, ela suspeita ter sido vítima de violência sexual praticada pelo próprio marido, de 42 anos. 

Conforme a vítima, ao acordar na manhã seguinte, percebeu que poderia ter sofrido o abuso. Ela relatou ainda que o suspeito teria negado a prática do ato e, posteriormente, deixado a propriedade rural, sem retornar ao local.

Diante do ocorrido e do estado emocional em que se encontrava, a mulher decidiu procurar as autoridades para formalizar a denúncia. Como não se sentia em condições de dirigir até a cidade, pediu auxílio à Polícia Militar.

A equipe realizou o atendimento inicial e encaminhou a vítima à Delegacia de Polícia Civil de Maracaju, onde o caso foi registrado e apresentado para investigação.

Após o registro da ocorrência, os policiais também providenciaram o transporte da mulher de volta à propriedade rural, já que ela não tinha condições de realizar o deslocamento por meios próprios.

Durante o atendimento, a vítima estava acompanhada da filha, de 12 anos. Segundo a Polícia Militar, nenhuma das duas apresentava lesões corporais aparentes.

O caso ficará sob responsabilidade da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias relatadas e eventual responsabilidade do homem apontado pela vítima. A denúncia ainda será investigada e não representa, por si só, confirmação da prática do crime. 


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