Cidades / Região
Homem é preso após atirar contra sede da Corregedoria da Polícia Civil em Campo Grande
Suspeito de 25 anos foi localizado no bairro Monte Castelo; arma, motocicleta e porção de maconha foram apreendidas. Justiça converteu flagrante em prisão preventiva
Jornal da Nova
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul prendeu um homem de 25 anos apontado como autor de um disparo de arma de fogo contra a sede da Corregedoria-Geral da instituição, localizada na Rua das Garças, no bairro Santa Fé, em Campo Grande. A arma supostamente utilizada no crime e uma motocicleta também foram apreendidas.
A investigação teve início no último sábado (3), após ser constatado um dano na parede de vidro de uma das salas do prédio. Inicialmente, não havia informações precisas sobre o que teria provocado a quebra.
Com o avanço das diligências e a análise dos elementos reunidos, os investigadores constataram que o dano havia sido provocado por um tiro disparado contra o edifício.
Segundo a Polícia Civil, as equipes conseguiram reconstruir as circunstâncias do caso e identificar o suspeito. A apuração aponta que o homem teria ido de motocicleta até a sede da Corregedoria-Geral e efetuado o disparo contra o prédio.
O investigado foi localizado no bairro Monte Castelo e preso em flagrante. Durante a ação, os policiais apreenderam a arma apontada como utilizada no disparo e a motocicleta empregada no deslocamento. Também foi encontrada uma porção de maconha, que, conforme a apuração, seria destinada ao consumo próprio.
Prisão convertida em preventiva
Após a formalização do Auto de Prisão em Flagrante, o homem passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (5). A Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, e o investigado permanece à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil informou ainda que, até o momento, não foram encontrados indícios de que o ataque tenha sido uma retaliação a trabalhos realizados pela Corregedoria-Geral, hipótese que chegou a ser levantada após o episódio.
Conforme a investigação, os elementos reunidos apontam, nesta fase, para um ato isolado, sem vínculo identificado com as atividades institucionais da Corregedoria-Geral. As investigações prosseguem para o completo esclarecimento do caso.


